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  • June 25, 2024
  • Last Update June 25, 2024 3:17 pm
  • São Paulo
O que aconteceu nos últimos Torneios Pré-Olímpicos Femininos?

O que aconteceu nos últimos Torneios Pré-Olímpicos Femininos?

MIES (Suíça) – Enquanto aguardamos ansiosamente pelos Torneios Pré-Olímpicos Femininos da FIBA de 2024 no próximo mês, voltamos no tempo para relembrar o que aconteceu há quatro anos no Caminho para Tóquio.

Assim como nesta edição, havia 16 equipes divididas em quatro grupos, embora os torneios tenham sido realizados em três locais diferentes, todos na Europa. Belgrado, Sérvia, foi o local para dois grupos, enquanto os outros ocorreram em Bourges, França, e em Ostend, Bélgica.

Estavam em jogo 10 vagas para Tóquio 2020, com os EUA já qualificados como as campeãs reinantes da Copa do Mundo de Basquete Feminino da FIBA e o Japão como país-sede olímpico. Aqui está o que aconteceu:

Ostend, Bélgica – História para as Cats

Resultados: Bélgica, Canadá, Japão

Ficaram de Fora: Suécia

Equipe TISSOT All-Star: Natalie Achonwa (Canadá), Emma Meesseman (Bélgica), Saki Hayashi (Japão), Julie Allemand (Bélgica), Ramu Tokashiki (Japão).

MVP: Emma Meesseman (Bélgica)

Foi a nação anfitriã, Bélgica, que fez manchetes em Ostend ao conquistar uma vaga nas Olimpíadas pela primeira vez Torneios Pré-Olímpicos Femininos. Fazer isso diante de seus próprios fãs e de uma grande multidão tornou a conquista ainda mais especial. Os anfitriões japoneses deram uma mostra do poder de três pontos que usariam para eventualmente conquistar a prata nos Jogos, acertando 17 arremessos de longa distância contra as Cats. Enquanto isso, o Canadá foi a única equipe invicta, com a Suécia ficando de fora.

Bourges, França – Porto Rico rouba a cena

Resultados: Austrália, França, Porto Rico

Ficaram de Fora: Brasil

Equipe TISSOT All-Star: Bria Hartley (França), Liz Cambage (Austrália), Sandrine Gruda (França), Bec Allen (Austrália), Jazmon Gwathmey (Porto Rico).

MVP: Sandrine Gruda (França)

Com estrelas como Liz Cambage e Sandrine Gruda, o torneio em Bourges estava firmemente sob os holofotes, com o centro do Opals ajudando a levar seu país a Tóquio, enquanto Gruda deixava os fãs locais de pé em apreciação ao seu trabalho como MVP pela França. Mas abra espaço porque a maior história foi Porto Rico causando uma sensação ao se classificar pela primeira vez depois de superar por pouco suas rivais das Américas, o Torneios Pré-Olímpicos Femininos.

Belgrado, Sérvia (Grupo A) – Nigéria encerra uma espera longa e longa

Resultados: Nigéria, Sérvia, EUA Ficaram de Fora: Moçambique

Equipe TISSOT All-Star: Ana Dabovic (Sérvia), Nneka Ogwumike (EUA), Ezinne Kalu (Nigéria), A’ja Wilson (EUA), Leia Dongue (Moçambique)

MVP: Nneka Ogwumike (EUA)

Os EUA chamaram toda a atenção, como era de se esperar, com lendas como Sue Bird e Diana Taurasi – eles também tinham a futura estrela de Tóquio A’ja Wilson a bordo. Os anfitriões da Sérvia também corresponderam à expectativa ao garantir sua vaga no ‘Grande Show’ na capital japonesa, mas foi a Nigéria que colocou seu nome em destaque Torneios Pré-Olímpicos Femininos

Eles venceram Moçambique em um confronto africano que sempre seria decidido por quem saísse vitorioso – com Ezinne Kalu muito impressionante ao longo do caminho. Isso significou a primeira participação deles desde sua estreia em 2004.

Belgrado, Sérvia (Grupo B) – Desgosto para os britânicos enquanto a Coreia consegue

Resultados: China, Coreia, Espanha Ficaram de Fora: Grã-Bretanha

Equipe TISSOT All-Star: Alba Torrens (Espanha), Meng Li (China), Hyejin Park (Coreia), Temi Fagbenle (Grã-Bretanha), Xu Han (China).

MVP: Meng Li (China)

Com Espanha e China como grandes favoritas para avançar e eventualmente cumprir esse papel de destaque – com Meng Li conquistando o prêmio de MVP para esta última, sempre seria uma disputa entre Coreia e Grã-Bretanha pela última vaga Torneios Pré-Olímpicos Femininos. Foi a primeira que conseguiu realizar o trabalho no que foi o resultado vital deste grupo, vencendo os britânicos por 82-79 em um thriller absoluto. A Coreia mostrou que poderia fazer isso, enquanto a Grã-Bretanha saiu com o coração partido.

Quatro anos depois e agora estamos todos prontos, com a respiração presa, para ver o que acontecerá nas edições de 2024!

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